sábado, 17 de maio de 2014

Bem, all work and no play...

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All work and no play makes Jack a dull boy



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"All work and no play makes Jack a dull boy"


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All work and no play makes Jack a dull boy. All work and no play makes Jack a dull boy


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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Bem, uma analogia...

A menstruação tem poder! Assim poderiam gritar nossos conterrâneos mais efusivamente fanáticos em sua fé no homem que supostamente morreu para lavar o mundo com seu sangue.

Acontece que tal grandioso e salutar fato ocorre mensalmente nos corpos femininos desde sua menarca até sua menopausa. Visualmente, explico:

Esta é uma imagem bem recorrente pelo mundo, conhecida de todos os brasileiros, considerando a tradição do país regada de história de catequeses religiosas. Tal imagem representa Jesus Cristo, o Messias, o Filho do Homem, como é costume dizer que ele mesmo se auto intitulava. Tal imagem demonstra graficamente o sacrifício cruento deste homem, aquilo que, de acordo com a própria Bíblia Sagrada, seria o sacrifício final, a nossa "lavagem em sangue" definitiva.

Já esta imagem é uma representação do sistema reprodutor feminino, sendo demonstrados aí os ovários, o útero e o canal vaginal. Por estas partes, mensalmente, ocorre o ciclo salvador da não fecundação e consequente excreção do endométrio, juntamente com seus componentes, entre os quais, há sangue também.

Ambas as imagens falam em sangue, e o sangue é tido como o salvador, aquele que tranquiliza e ameniza a consciência dos seres humanos. Assim como os cristãos alegram-se pela morte de Jesus, pois por ela estão salvos de seus pecados e, portanto, não queimarão no fogo do inferno; assim também ocorre com as moças, os namorados das moças e, de forma silente, seus pais e toda a sociedade, que se regozijam em alívio. Menstruou? Aleluia, não foi desta vez, estamos por hora salvos do pecado da concepção e do inferno que vem ao gerar uma nova vida. Pois, se a maternidade e a paternidade são "negação da própria vida em função da vida dos filhos", perde-se a vida para criar a nova criança. Não sem razão chamam-se as crianças pequenas de capetinhas, e não há inocência.

Podemos, é claro, seguir observando os paralelos. A Bíblia relata a agonia do útero, ou melhor, de Jesus no horto das oliveiras. Ora, que será isto senão a tão falada TPM e cólica menstrual? É a agonia de Jesus, digo, do útero antes de sangrar para salvar as mentes aflitas da humanidade.

Jesus, na cruz, em formato de ovários, trompa, útero e vagina, escorreu seu sangue ao chão, e tal dor gerou a paz. As mulheres que não concebem deixam seus fluidos e sangue escorrerem e depois vem a paz. Ao gerar a paz não se geram crianças. Assim, Cristo veio como anúncio da boa nova: NÃO GERAI! NÃO CONCEBEI! Só assim haverá o céu na terra.


Obviamente, assim como todo ano celebra-se a morte de Jesus e a redenção da humanidade, todo mês deve ser celebrada a menstruação. Porém, vigiai, pois fácil é fecundar. Vigiai e cuidai para que o sêmen não encontre o óvulo. Deixai o sangue escorrer, salvai-vos pelo sangue. Cuidai para que seu sexo não gere. Assim, o jardim das delícias será pleno.

sábado, 7 de abril de 2012

Bem, a Páscoa...

Foi mais ou menos assim: Era uma vez uma menininha mexicana chamada Maria. Um dia ela tava por aí, de boas, quando apareceu um homem bonito, que parecia brilhar, com uma voz suave. E, magicamente, ela voltou pra casa dizendo que estava grávida. O namorado dela não gostou da história, mas ele já era velho e feio, então nem fazia diferença. Então, na época do natal, a guria foi pruma caverna e teve o pimpolho, a quem chamou de Jesus. Apareceram 3 reis dando presentes, mas esperaram ainda umas duas semanas, pra ganharem um dia só pra eles. Uns dois meses depois, o fim do carnaval, o guri foi pro deserto ficar sem comer carne. Quando voltou, já com 33 anos, fez uma festa com os amigos dele, mas foi preso, porque menor não pode beber, não importa se parece que tem 33 anos ou não. Os velhos não gostavam dele e mandaram matar. Isso foi, coincidentemente, na Sexta-Feira Santa. Sábado foi um dia de silêncio, a mãe dele, a menininha mexicana chamada Maria, ficou triste. Mas Domingo era Páscoa, e ele voltou pra comer chocolate. Por isso até hoje é tradição usar o chocolate pra curar doenças.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Bem, para minha queridinha...

Uns dias, algumas semanas, poucos meses, nem um ano (ainda)... Estivemos bem, estivemos mal, estivemos entediados da vida, estivemos animadíssimos com ela... Tudo, porém, sempre juntos.


Se isso fosse uma avaliação, uma concorrência, um teste, uma prova, seria SS pra você no primeiro semestre, com certeza ;)

Mas como isso de avaliação não faz diferença, dou a única coisa que é importante


All of my love

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Bem, oportunidades...

Refletindo sobre possibilidades, cheguei à conclusão que as há em três tipos básicos e específicos: as que sussurram, as que falam e as que gritam.

As que sussurram, estas valem ouro. Ignoramo-las, muitas vezes, por não as ouvirmos, ou por, pequenas que são, não darmos-lhes o devido valor. São pequenas, são ágeis, muitas vezes deixamo-las passar por não “confiarmos no taco” delas. Via de regra, ignorá-las nos traz arrependimento. Porque, repito, valem ouro.

Quanto as que falam, permito-me fazer analogia com o jogo de RPG. Essas são muito fáceis de notar, mas não dá para querer todas, nem negar todas. São como os atributos em uma ficha de RPG, você tem 10 pontos para distribuir entre Força, Inteligência, Destreza, Constituição e Sabedoria. Se der a divisão matematicamente exata, vai ser fraco em tudo. Há que escolher em quais aplicar-se, quais negligenciar. Se alguém quer ser mago, não pode escolher tanta força, pois nem é treinado para lutar, e a inteligência serve-lhe mais para as magias. Assim funciona com as oportunidades que falam. Podemos dialogar, barganhar com todas, mas é necessária visão de si e de mundo para notar quais lhe são úteis e importantes.

E há aquelas que gritam. Gritam e nos assustam, dão medo. E o medo, frequentemente, é o que faz com que as percamos.

As oportunidades que mudam nossas vidas são, principalmente, as que gritam e as que sussurram. As que falam, porém, não são menos importantes, porque promovem eventos em cadeia que geram sussurrantes e gritadoras.

Atenção e cuidado com os leves sussurros da vida são necessários, pois elas sussurram com carinho. Necessária, também, é a coragem de jogar-se nas que gritam, pois não gritam para nos assustarem, mas para nos acordarem. E diálogo com as que nos falam diariamente, pois assim construímos nosso caminho.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Bem, !̸̶͚͖͖̩̻̩̗͍̮̙̈͊͛̈͒̍̐ͣͩ̋ͨ̓̊̌̈̊́̚͝͠ͅ ̷̧̢̛͖̤̟̺̫̗͚̗͖ͪ̏̔̔̒́ͥ̓ͫ̀ͤ̇ͥ͝ ̡̊͛̇!̸̶͚͖͖̩̻̩̗͍̮̙....

!̸̶͚͖͖̩̻̩̗͍̮̙̈͊͛̈͒̍̐ͣͩ̋ͨ̓̊̌̈̊́̚͝͠ͅ ̷̧̢̛͖̤̟̺̫̗͚̗͖ͪ̏̔̔̒́ͥ̓ͫ̀ͤ̇ͥ͝ ̡̊͛̇!̸̶͚͖͖̩̻̩̗͍̮̙

sábado, 1 de outubro de 2011

Bem, um texto ecológico...

DESABAFO ECOLÓGICO
"Na fila do supermercado o caixa diz uma senhora idosa que deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não eram amigáveis ao meio ambiente. A senhora pediu desculpas e disse: "Não havia essa onda verde no meu tempo."
O empregado respondeu: "Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente. "
"Você está certo", responde a velha senhora, nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios.
Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias.
Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou o ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
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Infelizmente não me mandaram esse texto com o nome do[a] autor[a]. Republico-o por concordar.