Pois é, povo...
como não achei uma imagem legal [e eu fiquei horas no 4 chan caçando algo divertido pra relacionar aqui], vou postar só a música mesmo!
"Fuck Her Gently"
This is a song for the ladies
But fellas listen closely
You don't always have to fuck her hard
In fact sometimes that's not right to do
Sometimes you've got to make some love
And fuckin give her some smoochies too
Sometimes ya got to squeeze
Sometimes you've got to say please
Sometime you've got to say hey
I'm gonna Fuck you softly
I'm gonna screw you gently
I'm gonna hump you sweetly
I'm gonna ball you discreetly
And then you say hey I bought you flowers
And then you say wait a minute sally
I think I got somethin in my teeth
Could you get it out for me
That's fuckin teamwork
Whats your favorite posish?
That's cool with me
Its not my favorite
But I'll do it for you
Whats your favorite dish?
Im not gonna cook it
But ill order it from Zanzibar
And then I'm gonna love you completely
And then I'll fuckin fuck you discreetly
And then I'll fucking bone you completely
But then I'm gonna fuck you hard
Hard
[by Tenacious D]
domingo, 22 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Bem, mais bruxaria...
HERBOLÁRIA – BRUXARIA MODERNA
Yo, everybody!!! Cá estou eu novamente escrevendo do jeito mais famoso dos últimos 15 anos... ctrl+c, ctrl+v De presente, um texto sobre ervas e as baboseiras feministas bruxas. Então, let's go!
A ervas têm sido usadas para curar o corpo desde os tempos pré-históricos, e o estudo das ervas medicinais data de mais de cinco mil anos, na época dos antigos sumerianos.
Os remédios de ervas são um sustentáculo na medicina tradicional chinesa, e o livro de ervas mais antigo de que se tem conhecimento é o chinês Pen-teüo, escrito pelo imperador Shen-nung (3737-2697 a.C.).
Estão registrados nesse livro mais de 300 preparados com ervas medicinais.
Os antigos egípcios também usaram remédios de ervas, e, de acordo com um registro antigo chamado Papiro Ebers, houve perto de 2.000 doutores em ervas praticando sua arte no Egito por volta do ano 2.000 a.C.
Foram encontrados livros sobre ervas dos antigos gregos, que estudaram suas qualidades medicinais e registraram muitas observações. Segundo o filósofo grego, botânico e autor Teofrasto, mais de 300 ervas medicinais cresciam no jardim de Aristóteles.
No primeiro século da era cristã, o primeiro tratado europeu sobre as propriedades e uso medicinal das ervas foi compilado por Dioscórides, médico grego.
A cura pelas ervas foi rito importante em várias religiões pré-cristãs. Referências que se repetem aparecem até nos Antigo e Novo Testamentos da Bíblia, independente do fato de a igreja cristã primitiva ter preferido a cura pela fé à prática formal da medicina, a qual tentou proibir.
As tribos indígenas da América do Norte utilizavam ervas tanto para curar como para a prática da magia e descobriram utilidade para quase todas as plantas nativas. Seu conhecimento inestimável de inúmeros medicamentos botânicos foi passado para os colonizadores brancos europeus nos Estados Unidos e no Canadá.
No ano de 1526, o anónimo Grete Herball foi o primeiro livro sobre ervas publicado em língua inglesa. Em 1597, surgiu um dos mais famosos livros dessa era. Foi chamado de Gerardes Herball e era um trabalho de John Gerard, cirurgião e farmacêutico inglês do rei James I. Em 1640, surgiu o livro Theatrum Botanicum, de John Parkinson, seguido de outro, sobre as influências astrológicas nas ervas, de Nicholas Culpepper.
À medida que a química e outras ciências médicas rapidamente se desenvolveram, nos séculos 18 e 19, a medicina das ervas perdeu popularidade nos Estados Unidos e na Europa, cedendo lugar às drogas químicas ativas e à prática da quimioterapia.
Atualmente, nos Estados Unidos, testemunha-se o ressurgimento do interesse popular pelas ervas e pêlos produtos derivados, e algumas pessoas (incluindo wiccanianos, os seguidores da Nova Era e os que se voltam para a natureza) estão começando a se afastar dos medicamentos artificialmente preparados da sociedade moderna para buscar os métodos mais naturais e antigos da cura.
As ervas são naturais. Muitas podem ajudar a prevenir e a curar doenças. E, para muitas doenças, a cura da Mãe Natureza pode ser muito melhor do que as pílulas sintéticas de sabor desagradável produzidas pelo homem e que proporcionam alívio temporário dos sintomas, mas não erradicam a causa da doença.
NOTA: muitas doenças atuais precisam dos métodos atuais de tratamento. No caso de condições emocionais ou físicas crónicas ou sérias, recomenda-se algum tratamento médico profissional a ser imediatamente procurado.)
Muitos Bruxos (as) apreciam plantar seus próprios jardins de ervas; entretanto, a maioria das ervas medicinais (e mágicas) pode ser obtida também em lojas de produtos naturais, floras, supermercados e até nas florestas ao longo das estradas, se você conhecer o que está procurando.
CUIDADO: muitas ervas são venenosas e podem causar doenças brandas ou graves e, em alguns casos, até a morte. Você nunca deverá tentar colher ervas selvagens para uso medicinal, a menos que seja especialista ou esteja acompanhado de um herbalista experimentado e treinado.
Baboseiras de Wiccans... *cuspe*
ERVAS RITUALÍSTICAS TRADICIONAIS DOS SABÁS
ou seja, aprenda quais são as plantas que não servem pra nada, a não ser temperar a sua feijoada... [Hey!!! Rimou!]
SABÁ CANDLEMAS: angélica, manjericão, louro, benjoim, quelidônia, urze, mirra e todas as flores amarelas.
SABÁ DO EQUINÓCIO DA PRIMAVERA: bolota, quelidônia, cinco-folhas, crocus, narciso, comiso,lírio-da-páscoa, madressilva, íris, jasmim, rosa, morango, atanásia e violetas.
SABÁ BELTANE: amêndoa, angélica, freixo, campainha, cincofolhas, margarida, olíbano, espinheiro,hera, lilás, malmequer, barba-de-bode, prímula, rosas, raiz saty-rion, aspérula e primaveras amarelas.
SABÁ DO SOLSTÍCIO DE VERÃO: camomila, cinco-folhas, sabugueiro, funcho, cânhamo, espora,lavanda, feto masculino, artemísia, pinho, rosas, erva-de-são-joã o, tomilho selvagem, glicínia e verbena.
SABÁ LAMMAS: flores da acácia, aloé, talo de milho, ciclame, feno grego, olíbano, urze, malva-rosa,murta, folhas do carvalho, girassol e trigo.
SABÁ DO EQUINÓCIO DO OUTONO: bolota, áster, benjoim, fetos, madressilva, malmequer, plantas de sumo leitoso, mirra, folhas do carvalho, flor do maracujá, pinho, rosas, salva, selo-de-salomã o e cardo.
SABÁ SAMHAIN: bolotas, giesta, maçãs, beladona, dictamo, fetos, linho, fumaria, urze, verbasco, folhas do carvalho, abóboras, sálvia e palha.
SABÁ DO SOLSTÍCIO DE INVERNO: louro, fruto do loureiro, cardo santo, cedro, camomila, sempreviva, olíbano, azevinho, junípero, visco, musgo, carvalho, pinhas, alecrim e sálvia.
PLANTIO DAS ERVAS LUNARES
[Eu quase apaguei essa parte, mas é tão engraçado que vale a piada]
Um número cada vez maior de Bruxos está cultivando as suas próprias ervas, seja em fazenda, pequeno jardim nos fundos ou alguns vasos de flores na janela da cozinha, e os resultados são sempre favoráveis quando elas são plantadas em harmonia com a Mãe Natureza.
A fase da lua e o signo do zodíaco em que a lua se encontra quando a erva é plantada são extremamente importantes. A maioria das ervas deve ser plantada durante a lua nova ou na lua crescente e no signo de Câncer, Peixes ou Escorpião.
São exceções:
ALHO: plantar durante a lua cheia ou crescente no signo de Escorpião ou Sagitário.
SALSA: plantar durante a lua nova no signo de Peixes, Câncer, Libra ou Escorpião.
SÁLVIA: plantar durante a lua cheia no signo de Peixes, Escorpião ou Câncer.
VALERIANA: plantar durante a lua nova ou crescente no signo de Gémeos ou Virgem.
Os compostos devem ser iniciados quando a lua minguante estiver nos signos de Aquário, Aries, Gémeos, Leão ou Virgem.
A melhor época para fertilizar ou transplantar é quando a lua crescente está nos signos de Câncer, Peixes ou Escorpião.
Consulte sempre um calendário lunar atualizado antes de plantar as ervas, e evite plantar no primeiro dia da lua nova ou no primeiro dia da lua crescente.
ERVAS DOS DEUSES
[Eu só conheço uma "erva dos deuses", e ela nem está citada aí...]
Essas ervas são sagradas para os deuses e deusas cujos nomes aparecem após cada uma delas:
ACÁCIA: Al-Ozza, Buda, Neith e Osíris.
ACÔNITO: Hécate e Medeia.
PITEIRA: Mayauel.
ERVA-FÉRREA: Hércules.
ANÉMONA: Adónis, Afrodite e Vénus.
ANGÉLICA: Atlantis e Michael.
ANIS: Apoio e Mercúrio.
ÁSTER: todos os deuses e deusas pagãos.
AZALÉIA: Hécates.
CEVADA: Odin.
MANJERICÃO: Erzulie, Krishna, Lakshmi e Vishnu.
BELADONA: Atropos, Bellona, Circe e Hécate.
BENJOIM: Afrodite, Mut e Vénus.
ABRUNHEIRO: a Deusa Tripla no Seu aspecto escuro e protetor.
CARDO SANTO: Pa.
GIESTA: Blodeuwedd.
CANDELÁRIA: Afrodite e Vénus.
AMENTILHO: Bast e Sekhmet.
CENTÁUREA-MENOR: o centauro Quíron.
CAMOMILA: Kamayna.
TUSSILAGEM: Epona.
CENTÁUREA AZUL: Flora, e associada aos mitos de Cyanus e Quíron.
PRÍMULA: Freya.
CROCOS: Afrodite e Vénus.
NARCISO: Prosérpina.
MARGARIDA: Afrodite, Artemis, Belides, Freya, Thor, Vénus, Zeus e associada a Maria Madalena, São João e Santa Margarida da Etióquia.
DENTE-DE-LEÁO: Erigida.
DICTAMO: Diana, Osíris e Perséfone.
CORNISO: Consus.
ÊNULA: Helena.
EUFRÁSIA: Eufrósina.
FUNCHO: Adónis.
FENO GREGO: Apoio.
FETOS: Kupala.
LINHO: Hulda.
ALHO: Hécate e Marte
ESPINHEIRO: Hymen.
URZE: Ísis e Vénus Ericina.
HELIOTROPO: Apoio, Helios, Ra, Sol e todos os Deusesc Solares.
AZEVINHO: Hei, Mãe Holie e o Deus Chifrudo nos seus aspectos minguantes do ano.
MARROIO BRANCO: Hórus.
SEMPRE-VIVA DOS TELHADOS: Júpiter e Thor.
JACINTO: Apoio, Artemis e Jacinto.
ÍRIS: Hera, Hórus, Íris e Ísis.
HERA: Attis, Baco, Dionísio, Dusares e Osíris.
JASMIM: Diana.
ESTRAMÔNIO: Apoio, Chingichnich e Kwawar.
ALQUEMILA: (espécie de orquídea): várias Deusas da Terra e associada a Virgem Maria
LAVANDA: Hécate, Saturno e Vesta.
ALFACE: Adónis.
LÍRIO: Astarte, Hera, Juno, Lilith e Ostara.
LISIMÁQUIA: Kupala.
LÓTUS: Brahma, Buda, Cunti, Hermes, Hórus, Ísis, Juno, Kuan-Yin, Lakshmi, Osíris, Padma, Tara
FETO DA AVENCA CABELO-DE-VÊNUS: Dis, Kupala e Vénus.
MANDRÁGORA: Afrodite, Diana, Hécate, Saturno, Circe e à lendária feiticeira teutônica Airauna.
MALMEQUER: Xochiquitzal.
MANJERONA: Afrodite e Vénus.
MENTAS: Dis, Hécate, Mintha e associada à lenda clássica da ninfa Menthe.
VISCO: Júpiter, Odin, Zeus e associado aos mitos de Balder e Eneas.
ACÔNITO: Hécate e associado a Cérbero.
LUNÁRIA: Aah, Artemis, Diana, Hina, Selene, Sin, Thoth e todas as deidades lunares.
MUSGO: Tapio.
AGRIPALMA: várias figuras de Deusas-Mae.
ARTEMÍSIA: Artemis, Diana e associada à lenda medieval de João Batista.
AMOREIRA: Minerva e associada à lenda clássica dos amantes babilónios, Piramus e Thisbe.
VERBASCO: Circe e Ulisses.
NARCISO: Dis, Hades, Narciso, Perséfone e Vénus.
ORQUÍDEA: Baco e Orchis.
RAIZ DE ÍRIS: Afrodite, Hera, Ísis e Osíris.
VIMEIRO: Hécate.
SALSA: Afrodite, Perséfone, Vénus e associada à morte e ao diabo dos mitos cristãos.
PEÔNIA: associada à lenda de Peônio.
POEJO: Deméter.
HORTELÃ-PIMENTA: Zeus.
PERVINCA: Afrodite.
TANCHAGEM: Vénus.
PAPOULA: Ceres, Diana e Perséfone.
PRÍMULA: Freya e Paralisos.
BELDROEGA: Hermes.
FRAMBOESA: Vénus.
BAMBUS: Inanna e Pa.
ROSA: Afrodite, Aurora, Chioris, Cupido, Deméter, Érato, Eros, Flora, Freya, Hathor, Holda, Ísis, Vénus e associada à Virgem Maria dos mitos cristãos.
ARRUDA: Marte
JUNCOS: Acis
CENTEIO: Ceres.
SÁLVIA: Consus e Zeus.
SÂNDALO: Vénus.
PIMPINELA BRANCA: Kupala.
TREVO: Trefuilngid Tre-Eochair.
SELO-DE-SALOMÃ O: Vor e associado ao lendário rei Salomão, de Israel.
MORANGO: Freya, Frigga, Vénus e associado à Virgem Maria dos mitos cristãos.
CANA-DE-AÇÜCAR: Cupido, Eros e Kama.
GIRASSOL: Apoio e Deméter.
ATANÁSIA: associada à Virgem Maria e à lenda clássica de Ganimede.
ESTRAGÃO: Lilith.
CARDO: Thor e associado à Virgem Maria.
TRIFÓLIO: Olwen.
VERBENA: Diana e Hermes.
VERVENA: Aradia, Cerridwen, Deméter, Diana, Hermes, Ísis, Juno, Júpiter, Marte, Mercúrio, Perséfone,
Thor e Vénus.
VIOLETA: Afrodite, Attis, Io, Vénus, Zeus e associada à Virgem Maria.
NENÚFAR: Surya e todas as ninfas aquáticas.
AZEDINHA: todas as Deusas Triplas e associada a São Patrício.
ABSINTO: Artemis, Diana, a Grande Mãe e todas as ninfas pagãs da Rússia.
MILEFÓLIO: o Deus Chifrudo dos Bruxos e associado ao herói grego Aquiles.
Ou seja, mais um texto gigantesco e inútil que eu postei aqui... Espero que no próximo post eu coloque algo mais relevante, ou pelo menos escrito por mim ^^ [eles podiam pelo menos ter dito pra que servem as plantas citadas, já que ficam com esse papo pomposo de cura pelas ervas...]
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Bem, dia 20 de Janeiro...
Foi ontem!
Dane-se! Curiosidade legal... Dia 20 de Janeiro é o dia da Baba Yaga!!! \o/
Se você está aí se perguntando de que diabos esse imbecil está falando, vou te explicar em breve. Muito em breve...

[tipo agora!!!]: Esta deusa búlgara é a deusa da morte e renovação. Muitas vezes precisamos deixar algo partir para um novo renascer. Acenda uma vela escura e invoque Baba Yaga. Peça-lhe que as coisas ruins embora e abra caminhos para as coisas novas e boas em sua vida.
BABA YAGA
Caminho pela floresta e falo intimamente com os animais
Danço descalça na chuva
Danço nua
Viajo por caminhos que eu mesma faço e da maneira que me convém
Meus instintos e meu olfato são aguçados
Expresso livremente minha vitalidade minha alegria pura e exuberante para agradar a mim mesma porque é natural é o que tem de ser
Sou a selvagem e jubilosa energia vital
Venha e junte-se a mim
[Coisa de louco... é tipo uma "oração" à velha doida... A seguir, o que é essa velha doida?!?!]
Baba-Yaga é uma velha, muito velha, que vive em uma cabana sobre pés-de-galinha. Ela se alimenta de ossos humanos moídos em seu pilão, mas há quem diga que também come criancinhas com seus dentes de ferro. E voa dentro de um almofariz de prata, muito veloz. Contam ainda que o rastro de cinzas que deixa pelo céu, rapidamente a danada vai apagando com sua vassoura.

- Interessante, não? [nota: pesquise no Google ou no Aurélio, ou no raio que te parta as palavras que não entendeu... Faça-o agora... vem mais coisa pela frente ;)]
Importante figura no imaginário do povo russo, Baba-Yaga está presente em muitos contos tradicionais, no caminho de Vassilissa, a bela, ou do destemido Príncipe Ivan, como nas bilinas (narrativas em verso) de grandes poetas românticos, entre eles, Gogol, Puchkin, Liermontov. Igualmente na música clássica daquele país, alguns compositores se dedicaram a fazer-lhe um "retrato sonoro": temos três poemas orquestrais com Dargomíshky, Balakirev e Liadov; ela também aparece na suíte Quadros de uma Exposição, de Mussorgsky, e no Álbum para Crianças, de Tchaikovsky. Talvez, a primeira antologia de literatura russa de tradição oral, que o público de língua portuguesa teve acesso, fora feita por Alfredo Apell, nos idos da década de 1920. No Brasil, a bruxa aparece na história de encantamentos "A princesa-serpente" , na coletânea Contos populares russos organizada por J. Vale Moutinho (Nova Crítica, 1978 e Princípio, 1990), mas coube à escritora Tatiana Belinky o resgate mais bem divulgado como literatura para crianças: a velha Yaga e a magia das skáskas (narrativas maravilhosas) estão em Sete contos russos (Companhia das Letrinhas, 1995). Mais recentemente, foram publicados, em três volumes, os Contos de fadas russos, organizados por Aleksandr Afanas'ev, a partir de 1855, com o título Narodnye russkii skazki, base destes trabalhos e outras formas adaptadas (Landy, 2002 e 2003).

- Que bonito!! Cultura, a gente vê por aqui. A seguir, papos de feministas [maldito ctrl+c/ctrl+v]
Quase sempre, Baba-Yaga é a temível bruxa, a malvada, la maliarda. Às vezes, ela parece ser apenas uma grande conselheira ou a guardiã de muitos segredos, moradora da escuridão numa densa floresta. Sob esta faceta, Baba-Yaga seria assim como a representação da Mãe-Natureza, igualando-se às antigas deusas, uma divindade com poderes sobre a vida e a morte porque rico em mistérios é seu perfil. Contudo, nossa maneira apressada de encarar as realidades imaginárias acomodou-se sobre a lógica a dividir o mundo em partes e posições irreconciliáveis. Quando se pensa em bruxas, evocam-se as fadas e uma eterna rivalidade, ou seja, a luta entre o Bem e o Mal.

- Continuando o blábláblá feminista de "bruxas eram só mulheres que gostavam das plantinhas..."
Ora, a designação "bruxa" dada às velhas sábias surgiu muito antes do cristianismo lançar sua caça à elas, e referia-se a uma casta de sacerdotisas de um sistema religioso antigo e diferente, com caracteres próprios ao paganismo: uma religião de culto à Terra. Durante a baixa Idade Média (até meados de 1400), as bruxas eram tidas em consideração pelos campônios, aldeões e demais homens das vilas. A bruxaria era, para o Clero e a Coroa, uma simples superstição e, de modo algum, estava associada aos poderes do Mal. Reconhecidamente, as velhas que prestavam serviços para toda a comunidade na condição de parteiras, curandeiras, conselheiras, eram bruxas. Acreditava-se (uma tradição que ainda hoje se mantém) que essas mulheres tinham poder e influência sobre o corpo de outras pessoas e podiam curar doenças, bem como havia a crença de que sua magia e outras formas de projeção podiam favorecer a boa colheita. Com suas ervas milagreiras, a antecipação do futuro e outras simpatias, as bruxas eram respeitadas. A Medicina era ainda uma ciência incipiente, atendendo prioritariamente às camadas mais altas da sociedade medieval, como a nobreza e o clero; mesmo assim, os resultados a que chegava eram menores e mais incertos que os milagres operados pelas velhas sábias do povo.
No entanto, com a crise que a igreja medieval enfrentou junto às classes populares, as bruxas acabariam por cair em desgraça. Política e religião uniram forças e passaram a difundir novas imagens e idéias a respeito do curandeirismo e outras superstições relacionadas às velhas. Tornaram-se agentes do Mal, foram demonizadas dentro dos tribunais, em oposição a um sistema que representava a visão do Bem. Como portadoras de uma maldição divina, as bruxas se transformaram ideologicamente em consortes do próprio Diabo — ao mesmo tempo em que, na iconografia da época, o anjo soberbo ganhava novos contornos, assemelhando- se ao traçado animalesco e profano do antigo deus Pã. Fora criado igualmente o conceito de sabá, a grande festa orgíaca em que a devassidão, a gula e a beberagem tomavam a cena, gerando terror e histerismo entre o povo.

- Notaram como mudou de assunto muito facilmente??? Essas feministas são surpreendente... Gostaria que elas usassem essa inteligência para conseguirem lavar minhas roupas mais rápido e prepararem o jantar mais cedo.... Assim, poderei comer cedo, ver o jogo inteiro e ainda ter tempo pra transar...
O velho conselho de uma bruxa não continha mais sabedoria, tornou-se um maledicente sussurro como um vento sequioso, frio e corruptor. E, entre os véus e alguma penumbra da fantasia, surgiram voláteis fadas, numinosas entidades, obrigando as mulheres-bruxas a esconderem-se em refúgios cada vez mais ermos. Os contos populares de magia são pródigos nas imagens do sítio abandonado, da alta torre, do castelo debaixo da montanha ou imerso no mar, como a casa perdida no meio da floresta em que ninguém ousa penetrar.
Vassilissa, a Formosa, andou e andou, e só ao entardecer do dia seguinte ela chegou à clareira onde ficava a cabana da Baba-Iagá. A cerca em volta dessa isbá era toda feita de ossos humanos, encabeçados por crânios espetados neles, com olhos humanos nas órbitas. E o trinco do portão era uma boca humana cheia de dentes aguçados. E a casinha era construída sobre grandes pés de galinha. (Belinky 1996: 25-6)
Longe do convívio humano, Baba-Yaga tem o domínio pleno e solitário da floresta, suas árvores e as sombras, revelando-se como uma das manifestações do arquétipo feminino da Grande-Mãe, com quem, em última instância, todos buscam um consolo ou ajuda. O encontro de Vassilissa com ela guarda certas semelhanças com uma versão primitiva pouco conhecida do conto de O Chapeuzinho Vermelho, que remete não apenas a um rito de passagem, mas à transmissão de poderes da mulher velha para a jovem (Kaplan, 1997).
- Bem, voltaram a falar da velha doida, vamos ver o que seguirá:
É necessário um período de convivência naquela cabana e abandonar os temores e a curiosidade infantis, para que uma nova aprendizagem se estabeleça.
É ilustrativo o diálogo com Vassilissa, a respeito dos três cavaleiros que a menina vira passar (o branco, o rubro e o preto), quando se dirigia à cabana sobre pés-de-galinha. A velha responde que eles respectivamente são "meu dia, minha tarde, minha noite". Não poderia se expressar de outra maneira, não fosse a verdadeira senhora da passagem do tempo. "Podemos chamá-la de Grande Deusa da Natureza", afirma Marie-Louise von Franz, mas "obviamente, com todos esses esqueletos em volta de sua casa, ela é também a Deusa da Morte, que é um aspecto da natureza" (1985: 208). Baba-Yaga compreende igualmente os dois mistérios extremos da Vida, o nascimento (criação) e a morte (destruição).
A Grande Mãe nem sempre é Boa Mãe. Na escala grandiosa, o seu aspecto negativo, devorador e asfixiante, denomina-se a Mãe Terrível [...] Nos mitos, aparece como a mãe devoradora que come os próprios filhos. Conhecemo-la como a cruel Mãe Natureza, que procura repossuir toda a vida — toda a civilização — com a finalidade de colocar tudo de novo dentro do ventre primevo. Como terremoto, abre literalmente o ventre para sugar o homem e suas criações de volta a si mesma. (Nichols 1995: 105)
- Papo de Wicca feminista [lésbica] detectado logo acima [quando me vêm com isso de "Grande Mãe"...]
Além de suas qualidades dóceis e férteis, o arquétipo da Grande-Mãe simboliza a destruição necessária para uma nova ordem. O sorriso malévolo de Baba-Yaga pode ser comparado com inúmeras representações de um tipo de mãe-fera, como é o caso da deusa Kali da tradição hindu. Sedenta de sangue, Kali pode surgir inesperadamente diante de seu expectador com a língua vermelha estirada para fora — antevendo o prazer da devoração.
Do bosque saiu a malvada Baba-Iaga. Viajava dentro de um almofariz e segurava na mão o pilão e a vassoura.
— Cheira-me aqui a carne humana! — suspeitou a terrível bruxa.
Vassilissa estava tão aterrorizada que se sentiu desmaiar. Tudo em volta era sinistro e Baba-Iaga tinha um ar ameaçador. Mas resolveu encher-se de coragem. Já que ali estava, pelos menos ia tentar a sorte e pedir ajuda àquela horrível bruxa. Assim, aproximou-se da velha, inclinou-se e disse:
— Olá, avozinha! As minhas irmãs mandaram-me vir ter contigo, para te pedir lume. (Beliayeva 1995: 81)
Quando nos depararmos com o temível, ou mesmo com o nariz e as rugas de Baba-Yaga, intimamente sabemos algo de sua força e sua ancestralidade mágica.
Tratá-la com respeito é o primeiro passo para conquistar respeito em troca. Quando Vassilissa encara a feiticeira com sinceridade, sem soberba ante o perigo, assegura as chances para uma cumplicidade e convivência pacífica com a velha. Não cair em sua ira devoradora significa ter acesso aos conhecimentos dessa potestade arquetípica. Durante a estadia na isbá da bruxa, há de recuperar essa memória, os segredos de quem sabe ouvir a música das correntezas subterrâneas. Ao mesmo tempo em que vai demonstrando sinais de afeição, a menina reconhece na outra o saber, ainda que inconsciente, na verdade é seu. Afinal, que imagem o espelho de seus olhos refletirá?
Enquanto Baba-Yaga jantava, Wassilissa ficou ali perto, silenciosa. Baba-Yaga disse: "Por que é que você está me olhando sem dizer nada? Você é muda?"
A menina respondeu: "Se pudesse, gostaria de lhe fazer algumas perguntas."
"Pergunte", disse Baba-Yaga, "mas lembre-se, nem todas as perguntas são boas. Saber demais envelhece!" (von Franz 1985: 206)
- Aqui tinha um site... já apaguei, então não me peçam de novo ;)
A honestidade que a busca espiritual exige de nós é ilustrada nos contos russos de iniciação sobre Baba Yaga. Baba Yaga é uma velha de aparência selvagem que mora no meio da floresta, está sempre mexendo o caldeirão e sabe de tudo. Ela assusta, pois quem a procura é obrigado a entrar na escuridão, a fazer perguntas perigosas, a deixar o mundo da lógica e do conforto.
Quando, empenhado na busca, o primeiro jovem chegou tremendo à porta de sua cabana, Baba Yaga perguntou: "Você está aqui por conta própria ou foi mandado por alguém?" Como a família do jovem apoiava sua busca, ele respondeu: "Fui mandado pelo meu pai." No mesmo instante, Baba Yaga o jogou no caldeirão e o cozinhou. A segunda pessoa a procurá-la, uma moça, viu o fogo crepitando e ouviu a risada de Baba Yaga. Novamente, Baba Yaga perguntou: "Você veio por conta própria ou foi mandada por alguém?" Essa jovem tinha ido para o bosque sozinha em busca do que encontrasse. "Vim por conta própria", respondeu ela. Baba Yaga a atirou no caldeirão e a cozinhou também.
Mais tarde, um terceiro visitante, uma moça profundamente confusa diante do mundo, chegou à casa de Baba Yaga no meio da floresta. Ela viu a fumaça e percebeu o perigo. Baba Yaga a encarou: "Você veio aqui por conta própria ou foi mandada por outra pessoa?" A jovem respondeu com sinceridade: "Em parte vim por conta própria, mas em parte vim por causa de outras pessoas. Em parte vim porque você está aqui, por causa da floresta e por causa de alguma outra coisa que esqueci. E em parte nem sei por que vim." Baba Yaga ficou olhando para ela por um momento e disse: "Você serve." E a convidou para entrar na cabana.
- Aqui tinha outro site...
As divindades da Lua Nova nunca nos procuram; nós é que devemos procurá-las. Este ritual para Baba Yaga deve ser realizado na Lua Negra e é aconselhável ser repetido durante as três noites entre a Lua Negra e a Lua Nova.

Ingredientes necessários para a realização deste ritual: [OPA! um ritual!!!! uhuuu bora queimar uma galinha e acender velas pretas pro Zé Pilintra!]
- uma vela preta (ou outra cor bem escura)
- um pano preto para cobrir a sua cabeça
- música instrumental lenta e pesada, mas agradável
- roupas escuras
- incenso de benjoim
Acenda o incenso e leve-o por toda a sala em sentido anti-horário (o caminho da Lua Nova - o desfazer da matéria formada para que possa ser remodelada). Coloque o incenso sobre o altar.
Acenda a vela preta e leve-a também ao redor da sala, também no sentido anti-horário. Coloque-a novamente no altar.
Apague todas as luzes, deixando acesa apenas a luz da vela. Sente-se diante do altar e cubra a sua cabeça com o pano de modo que você quase não possa enxergar nada no recinto onde se encontra.
Inicie a música. Feche os olhos e permita que seus pensamentos vão além. Relaxe seu corpo. Permita que seus pensamentos mergulhem na sua escuridão interior.
Visualize-se de pé dentro de um túnel mal-iluminado cavado na rocha viva. A trilha pela qual segue está gasta pelos pés dos que o antecederam. As paredes são ásperas e lâmpadas as iluminam a intervalos regulares. Você ouve vozes cantando à distância e move-se naquela direção.
Após muitas curvas e voltas do túnel, você se encontra à entrada de uma vasta caverna. O teto e as paredes distantes estão ocultas pelas sombras. No centro da caverna, um enorme caldeirão, com longas velas alinhadas numa trilha conduzindo a ele. Atrás do caldeirão há um trono esculpido em rocha negra cintilante. Sentada neste trono, uma figura silenciosa trajando uma túnica preta, o rosto oculto pelo capuz. Suas mãos pálidas seguram uma brilhante espada. Um movimento de uma das mãos indica que você deve se aproximar.
Você caminha por entre as fileiras de velas até alcançar o caldeirão. A figura diante de você se ergue e puxa o capuz, revelando o forte rosto. Ondas de imenso poder emanam dessa deidade. Os olhos são fundos poços de escuridão capazes de ver o seu verdadeiro eu. Nada pode ser ocultado dessa deidade da Lua Nova.
Quando for questionado, e decerto o será, você poderá explicar o porquê de sua vinda a este recanto, perante esta poderosa deidade. Explique exatamente o que deseja que seja alterado em sua vida, o que lhe causa insatisfação ou tristeza no estado atual das coisas. Mas não explique como deseja que as mudanças ocorram! Esteja preparado para aceitar quaisquer mudanças que a deidade da Lua Nova apresente.
Preste muita atenção a qualquer coisa que lhe seja dita. Pode ser que lhe peça para entrar no caldeirão. Esta é uma experiência espiritual fortíssima, portanto certifique-se de que está preparado para enfrentá-la. A experiência do caldeirão varia de indivíduo para indivíduo e é extremamente pessoal. Se decidir entrar no caldeirão, a deidade da Lua Nova provavelmente tocará seu coração com a espada, tomará sua mão para lhe ajudar a entrar no caldeirão e em seguida o ajudará a sair.
O que cada pessoa experimenta no caldeirão é completamente diferente. Pode passar por uma iniciação, ter visões do futuro e/ou até mesmo ver seu corpo físico ser destruído até os ossos para em seguida ser reconstruído. Pode reviver velhas experiências, numa exibição forçada para que veja os erros que cometeu e evite cometê-los novamente no futuro. Algumas experiências, como a perda de pessoas e animais queridos, podem ser extremamente emocionais, mas são necessárias. Na maioria das vezes, a sensação de perda é seguida por contato com a pessoa ou animal amado, para mostrar que nada é totalmente destruído ou perdido.
Quando sair do caldeirão e estiver novamente em pé na caverna, diante da divindade da Lua Nova, pode ser apresentado a símbolos ou objetos que terão um significado especial para você. Alguns desses símbolos podem parecer obscuros nessa ocasião, tanto no seu sentido quanto na sua imagem. Apenas aceite-os. A explicação virá mais tarde.
No final, a divindade da Lua Nova o saúda com as sua espada e você se sente espiralando pela escuridão, voltando à consciência física. Você provavelmente estará respirando profundamente quando retornar a este mundo e é possível que você fique um pouco desorientado no início, pois as vibrações da Lua Negra são bastante diferentes das do nosso plano.
Abaixe o pano de seu rosto e olhe ao redor da sala. Pode ser que sinta a presença (ou até memso veja) alguns seres de outros planos que estejam junto de você para lhe ajudarem a se orientar. Eles querem prestar auxílio para que você reflita sobre o que aprendeu. Permaneça sentado por mais algum tempo e agradeça à divindade da Lua Negra por sua ajuda.
Preste atenção aos seus sonhos deste dia até a Lua Cheia, anotando todas as impressões e símbolos que aparecerem. As divindades da Lua Negra operam com mudanças drásticas, pois para abrir espaço para o novo, deve-se destruir o velho.
Acima de tudo, você deve estar preparado para aceitar e seguir as mudanças que ocorrerão em sua vida. As mudanças são semrpe difíceis, mas à medida que for realizando esse tipo de ritual você aprenderá a ter um senso de ordem mais fortalecido.

-Ah, que xoxo....
Enfim, foi isso aí, criançada.... Bom proveito, agora vocês sabem algo mais do que uma hora atrás [acho que leva-se isso tudo pra ler esse texto.... Gigantesco!!!! Por Deus!! Só copiando e colando aqui pra ter um post grande mesmo....]
Por hora, eu acho que é só!
Dane-se! Curiosidade legal... Dia 20 de Janeiro é o dia da Baba Yaga!!! \o/
Se você está aí se perguntando de que diabos esse imbecil está falando, vou te explicar em breve. Muito em breve...

[tipo agora!!!]: Esta deusa búlgara é a deusa da morte e renovação. Muitas vezes precisamos deixar algo partir para um novo renascer. Acenda uma vela escura e invoque Baba Yaga. Peça-lhe que as coisas ruins embora e abra caminhos para as coisas novas e boas em sua vida.
BABA YAGA
Caminho pela floresta e falo intimamente com os animais
Danço descalça na chuva
Danço nua
Viajo por caminhos que eu mesma faço e da maneira que me convém
Meus instintos e meu olfato são aguçados
Expresso livremente minha vitalidade minha alegria pura e exuberante para agradar a mim mesma porque é natural é o que tem de ser
Sou a selvagem e jubilosa energia vital
Venha e junte-se a mim
[Coisa de louco... é tipo uma "oração" à velha doida... A seguir, o que é essa velha doida?!?!]
Baba-Yaga é uma velha, muito velha, que vive em uma cabana sobre pés-de-galinha. Ela se alimenta de ossos humanos moídos em seu pilão, mas há quem diga que também come criancinhas com seus dentes de ferro. E voa dentro de um almofariz de prata, muito veloz. Contam ainda que o rastro de cinzas que deixa pelo céu, rapidamente a danada vai apagando com sua vassoura.

- Interessante, não? [nota: pesquise no Google ou no Aurélio, ou no raio que te parta as palavras que não entendeu... Faça-o agora... vem mais coisa pela frente ;)]
Importante figura no imaginário do povo russo, Baba-Yaga está presente em muitos contos tradicionais, no caminho de Vassilissa, a bela, ou do destemido Príncipe Ivan, como nas bilinas (narrativas em verso) de grandes poetas românticos, entre eles, Gogol, Puchkin, Liermontov. Igualmente na música clássica daquele país, alguns compositores se dedicaram a fazer-lhe um "retrato sonoro": temos três poemas orquestrais com Dargomíshky, Balakirev e Liadov; ela também aparece na suíte Quadros de uma Exposição, de Mussorgsky, e no Álbum para Crianças, de Tchaikovsky. Talvez, a primeira antologia de literatura russa de tradição oral, que o público de língua portuguesa teve acesso, fora feita por Alfredo Apell, nos idos da década de 1920. No Brasil, a bruxa aparece na história de encantamentos "A princesa-serpente" , na coletânea Contos populares russos organizada por J. Vale Moutinho (Nova Crítica, 1978 e Princípio, 1990), mas coube à escritora Tatiana Belinky o resgate mais bem divulgado como literatura para crianças: a velha Yaga e a magia das skáskas (narrativas maravilhosas) estão em Sete contos russos (Companhia das Letrinhas, 1995). Mais recentemente, foram publicados, em três volumes, os Contos de fadas russos, organizados por Aleksandr Afanas'ev, a partir de 1855, com o título Narodnye russkii skazki, base destes trabalhos e outras formas adaptadas (Landy, 2002 e 2003).

- Que bonito!! Cultura, a gente vê por aqui. A seguir, papos de feministas [maldito ctrl+c/ctrl+v]
Quase sempre, Baba-Yaga é a temível bruxa, a malvada, la maliarda. Às vezes, ela parece ser apenas uma grande conselheira ou a guardiã de muitos segredos, moradora da escuridão numa densa floresta. Sob esta faceta, Baba-Yaga seria assim como a representação da Mãe-Natureza, igualando-se às antigas deusas, uma divindade com poderes sobre a vida e a morte porque rico em mistérios é seu perfil. Contudo, nossa maneira apressada de encarar as realidades imaginárias acomodou-se sobre a lógica a dividir o mundo em partes e posições irreconciliáveis. Quando se pensa em bruxas, evocam-se as fadas e uma eterna rivalidade, ou seja, a luta entre o Bem e o Mal.

- Continuando o blábláblá feminista de "bruxas eram só mulheres que gostavam das plantinhas..."
Ora, a designação "bruxa" dada às velhas sábias surgiu muito antes do cristianismo lançar sua caça à elas, e referia-se a uma casta de sacerdotisas de um sistema religioso antigo e diferente, com caracteres próprios ao paganismo: uma religião de culto à Terra. Durante a baixa Idade Média (até meados de 1400), as bruxas eram tidas em consideração pelos campônios, aldeões e demais homens das vilas. A bruxaria era, para o Clero e a Coroa, uma simples superstição e, de modo algum, estava associada aos poderes do Mal. Reconhecidamente, as velhas que prestavam serviços para toda a comunidade na condição de parteiras, curandeiras, conselheiras, eram bruxas. Acreditava-se (uma tradição que ainda hoje se mantém) que essas mulheres tinham poder e influência sobre o corpo de outras pessoas e podiam curar doenças, bem como havia a crença de que sua magia e outras formas de projeção podiam favorecer a boa colheita. Com suas ervas milagreiras, a antecipação do futuro e outras simpatias, as bruxas eram respeitadas. A Medicina era ainda uma ciência incipiente, atendendo prioritariamente às camadas mais altas da sociedade medieval, como a nobreza e o clero; mesmo assim, os resultados a que chegava eram menores e mais incertos que os milagres operados pelas velhas sábias do povo.
No entanto, com a crise que a igreja medieval enfrentou junto às classes populares, as bruxas acabariam por cair em desgraça. Política e religião uniram forças e passaram a difundir novas imagens e idéias a respeito do curandeirismo e outras superstições relacionadas às velhas. Tornaram-se agentes do Mal, foram demonizadas dentro dos tribunais, em oposição a um sistema que representava a visão do Bem. Como portadoras de uma maldição divina, as bruxas se transformaram ideologicamente em consortes do próprio Diabo — ao mesmo tempo em que, na iconografia da época, o anjo soberbo ganhava novos contornos, assemelhando- se ao traçado animalesco e profano do antigo deus Pã. Fora criado igualmente o conceito de sabá, a grande festa orgíaca em que a devassidão, a gula e a beberagem tomavam a cena, gerando terror e histerismo entre o povo.

- Notaram como mudou de assunto muito facilmente??? Essas feministas são surpreendente... Gostaria que elas usassem essa inteligência para conseguirem lavar minhas roupas mais rápido e prepararem o jantar mais cedo.... Assim, poderei comer cedo, ver o jogo inteiro e ainda ter tempo pra transar...
O velho conselho de uma bruxa não continha mais sabedoria, tornou-se um maledicente sussurro como um vento sequioso, frio e corruptor. E, entre os véus e alguma penumbra da fantasia, surgiram voláteis fadas, numinosas entidades, obrigando as mulheres-bruxas a esconderem-se em refúgios cada vez mais ermos. Os contos populares de magia são pródigos nas imagens do sítio abandonado, da alta torre, do castelo debaixo da montanha ou imerso no mar, como a casa perdida no meio da floresta em que ninguém ousa penetrar.
Vassilissa, a Formosa, andou e andou, e só ao entardecer do dia seguinte ela chegou à clareira onde ficava a cabana da Baba-Iagá. A cerca em volta dessa isbá era toda feita de ossos humanos, encabeçados por crânios espetados neles, com olhos humanos nas órbitas. E o trinco do portão era uma boca humana cheia de dentes aguçados. E a casinha era construída sobre grandes pés de galinha. (Belinky 1996: 25-6)
Longe do convívio humano, Baba-Yaga tem o domínio pleno e solitário da floresta, suas árvores e as sombras, revelando-se como uma das manifestações do arquétipo feminino da Grande-Mãe, com quem, em última instância, todos buscam um consolo ou ajuda. O encontro de Vassilissa com ela guarda certas semelhanças com uma versão primitiva pouco conhecida do conto de O Chapeuzinho Vermelho, que remete não apenas a um rito de passagem, mas à transmissão de poderes da mulher velha para a jovem (Kaplan, 1997).
- Bem, voltaram a falar da velha doida, vamos ver o que seguirá:
É necessário um período de convivência naquela cabana e abandonar os temores e a curiosidade infantis, para que uma nova aprendizagem se estabeleça.
É ilustrativo o diálogo com Vassilissa, a respeito dos três cavaleiros que a menina vira passar (o branco, o rubro e o preto), quando se dirigia à cabana sobre pés-de-galinha. A velha responde que eles respectivamente são "meu dia, minha tarde, minha noite". Não poderia se expressar de outra maneira, não fosse a verdadeira senhora da passagem do tempo. "Podemos chamá-la de Grande Deusa da Natureza", afirma Marie-Louise von Franz, mas "obviamente, com todos esses esqueletos em volta de sua casa, ela é também a Deusa da Morte, que é um aspecto da natureza" (1985: 208). Baba-Yaga compreende igualmente os dois mistérios extremos da Vida, o nascimento (criação) e a morte (destruição).
A Grande Mãe nem sempre é Boa Mãe. Na escala grandiosa, o seu aspecto negativo, devorador e asfixiante, denomina-se a Mãe Terrível [...] Nos mitos, aparece como a mãe devoradora que come os próprios filhos. Conhecemo-la como a cruel Mãe Natureza, que procura repossuir toda a vida — toda a civilização — com a finalidade de colocar tudo de novo dentro do ventre primevo. Como terremoto, abre literalmente o ventre para sugar o homem e suas criações de volta a si mesma. (Nichols 1995: 105)
- Papo de Wicca feminista [lésbica] detectado logo acima [quando me vêm com isso de "Grande Mãe"...]
Além de suas qualidades dóceis e férteis, o arquétipo da Grande-Mãe simboliza a destruição necessária para uma nova ordem. O sorriso malévolo de Baba-Yaga pode ser comparado com inúmeras representações de um tipo de mãe-fera, como é o caso da deusa Kali da tradição hindu. Sedenta de sangue, Kali pode surgir inesperadamente diante de seu expectador com a língua vermelha estirada para fora — antevendo o prazer da devoração.
Do bosque saiu a malvada Baba-Iaga. Viajava dentro de um almofariz e segurava na mão o pilão e a vassoura.
— Cheira-me aqui a carne humana! — suspeitou a terrível bruxa.
Vassilissa estava tão aterrorizada que se sentiu desmaiar. Tudo em volta era sinistro e Baba-Iaga tinha um ar ameaçador. Mas resolveu encher-se de coragem. Já que ali estava, pelos menos ia tentar a sorte e pedir ajuda àquela horrível bruxa. Assim, aproximou-se da velha, inclinou-se e disse:
— Olá, avozinha! As minhas irmãs mandaram-me vir ter contigo, para te pedir lume. (Beliayeva 1995: 81)
Quando nos depararmos com o temível, ou mesmo com o nariz e as rugas de Baba-Yaga, intimamente sabemos algo de sua força e sua ancestralidade mágica.
Tratá-la com respeito é o primeiro passo para conquistar respeito em troca. Quando Vassilissa encara a feiticeira com sinceridade, sem soberba ante o perigo, assegura as chances para uma cumplicidade e convivência pacífica com a velha. Não cair em sua ira devoradora significa ter acesso aos conhecimentos dessa potestade arquetípica. Durante a estadia na isbá da bruxa, há de recuperar essa memória, os segredos de quem sabe ouvir a música das correntezas subterrâneas. Ao mesmo tempo em que vai demonstrando sinais de afeição, a menina reconhece na outra o saber, ainda que inconsciente, na verdade é seu. Afinal, que imagem o espelho de seus olhos refletirá?
Enquanto Baba-Yaga jantava, Wassilissa ficou ali perto, silenciosa. Baba-Yaga disse: "Por que é que você está me olhando sem dizer nada? Você é muda?"
A menina respondeu: "Se pudesse, gostaria de lhe fazer algumas perguntas."
"Pergunte", disse Baba-Yaga, "mas lembre-se, nem todas as perguntas são boas. Saber demais envelhece!" (von Franz 1985: 206)
- Aqui tinha um site... já apaguei, então não me peçam de novo ;)
A honestidade que a busca espiritual exige de nós é ilustrada nos contos russos de iniciação sobre Baba Yaga. Baba Yaga é uma velha de aparência selvagem que mora no meio da floresta, está sempre mexendo o caldeirão e sabe de tudo. Ela assusta, pois quem a procura é obrigado a entrar na escuridão, a fazer perguntas perigosas, a deixar o mundo da lógica e do conforto.
Quando, empenhado na busca, o primeiro jovem chegou tremendo à porta de sua cabana, Baba Yaga perguntou: "Você está aqui por conta própria ou foi mandado por alguém?" Como a família do jovem apoiava sua busca, ele respondeu: "Fui mandado pelo meu pai." No mesmo instante, Baba Yaga o jogou no caldeirão e o cozinhou. A segunda pessoa a procurá-la, uma moça, viu o fogo crepitando e ouviu a risada de Baba Yaga. Novamente, Baba Yaga perguntou: "Você veio por conta própria ou foi mandada por alguém?" Essa jovem tinha ido para o bosque sozinha em busca do que encontrasse. "Vim por conta própria", respondeu ela. Baba Yaga a atirou no caldeirão e a cozinhou também.
Mais tarde, um terceiro visitante, uma moça profundamente confusa diante do mundo, chegou à casa de Baba Yaga no meio da floresta. Ela viu a fumaça e percebeu o perigo. Baba Yaga a encarou: "Você veio aqui por conta própria ou foi mandada por outra pessoa?" A jovem respondeu com sinceridade: "Em parte vim por conta própria, mas em parte vim por causa de outras pessoas. Em parte vim porque você está aqui, por causa da floresta e por causa de alguma outra coisa que esqueci. E em parte nem sei por que vim." Baba Yaga ficou olhando para ela por um momento e disse: "Você serve." E a convidou para entrar na cabana.
- Aqui tinha outro site...
As divindades da Lua Nova nunca nos procuram; nós é que devemos procurá-las. Este ritual para Baba Yaga deve ser realizado na Lua Negra e é aconselhável ser repetido durante as três noites entre a Lua Negra e a Lua Nova.

Ingredientes necessários para a realização deste ritual: [OPA! um ritual!!!! uhuuu bora queimar uma galinha e acender velas pretas pro Zé Pilintra!]
- uma vela preta (ou outra cor bem escura)
- um pano preto para cobrir a sua cabeça
- música instrumental lenta e pesada, mas agradável
- roupas escuras
- incenso de benjoim
Acenda o incenso e leve-o por toda a sala em sentido anti-horário (o caminho da Lua Nova - o desfazer da matéria formada para que possa ser remodelada). Coloque o incenso sobre o altar.
Acenda a vela preta e leve-a também ao redor da sala, também no sentido anti-horário. Coloque-a novamente no altar.
Apague todas as luzes, deixando acesa apenas a luz da vela. Sente-se diante do altar e cubra a sua cabeça com o pano de modo que você quase não possa enxergar nada no recinto onde se encontra.
Inicie a música. Feche os olhos e permita que seus pensamentos vão além. Relaxe seu corpo. Permita que seus pensamentos mergulhem na sua escuridão interior.
Visualize-se de pé dentro de um túnel mal-iluminado cavado na rocha viva. A trilha pela qual segue está gasta pelos pés dos que o antecederam. As paredes são ásperas e lâmpadas as iluminam a intervalos regulares. Você ouve vozes cantando à distância e move-se naquela direção.
Após muitas curvas e voltas do túnel, você se encontra à entrada de uma vasta caverna. O teto e as paredes distantes estão ocultas pelas sombras. No centro da caverna, um enorme caldeirão, com longas velas alinhadas numa trilha conduzindo a ele. Atrás do caldeirão há um trono esculpido em rocha negra cintilante. Sentada neste trono, uma figura silenciosa trajando uma túnica preta, o rosto oculto pelo capuz. Suas mãos pálidas seguram uma brilhante espada. Um movimento de uma das mãos indica que você deve se aproximar.
Você caminha por entre as fileiras de velas até alcançar o caldeirão. A figura diante de você se ergue e puxa o capuz, revelando o forte rosto. Ondas de imenso poder emanam dessa deidade. Os olhos são fundos poços de escuridão capazes de ver o seu verdadeiro eu. Nada pode ser ocultado dessa deidade da Lua Nova.
Quando for questionado, e decerto o será, você poderá explicar o porquê de sua vinda a este recanto, perante esta poderosa deidade. Explique exatamente o que deseja que seja alterado em sua vida, o que lhe causa insatisfação ou tristeza no estado atual das coisas. Mas não explique como deseja que as mudanças ocorram! Esteja preparado para aceitar quaisquer mudanças que a deidade da Lua Nova apresente.
Preste muita atenção a qualquer coisa que lhe seja dita. Pode ser que lhe peça para entrar no caldeirão. Esta é uma experiência espiritual fortíssima, portanto certifique-se de que está preparado para enfrentá-la. A experiência do caldeirão varia de indivíduo para indivíduo e é extremamente pessoal. Se decidir entrar no caldeirão, a deidade da Lua Nova provavelmente tocará seu coração com a espada, tomará sua mão para lhe ajudar a entrar no caldeirão e em seguida o ajudará a sair.
O que cada pessoa experimenta no caldeirão é completamente diferente. Pode passar por uma iniciação, ter visões do futuro e/ou até mesmo ver seu corpo físico ser destruído até os ossos para em seguida ser reconstruído. Pode reviver velhas experiências, numa exibição forçada para que veja os erros que cometeu e evite cometê-los novamente no futuro. Algumas experiências, como a perda de pessoas e animais queridos, podem ser extremamente emocionais, mas são necessárias. Na maioria das vezes, a sensação de perda é seguida por contato com a pessoa ou animal amado, para mostrar que nada é totalmente destruído ou perdido.
Quando sair do caldeirão e estiver novamente em pé na caverna, diante da divindade da Lua Nova, pode ser apresentado a símbolos ou objetos que terão um significado especial para você. Alguns desses símbolos podem parecer obscuros nessa ocasião, tanto no seu sentido quanto na sua imagem. Apenas aceite-os. A explicação virá mais tarde.
No final, a divindade da Lua Nova o saúda com as sua espada e você se sente espiralando pela escuridão, voltando à consciência física. Você provavelmente estará respirando profundamente quando retornar a este mundo e é possível que você fique um pouco desorientado no início, pois as vibrações da Lua Negra são bastante diferentes das do nosso plano.
Abaixe o pano de seu rosto e olhe ao redor da sala. Pode ser que sinta a presença (ou até memso veja) alguns seres de outros planos que estejam junto de você para lhe ajudarem a se orientar. Eles querem prestar auxílio para que você reflita sobre o que aprendeu. Permaneça sentado por mais algum tempo e agradeça à divindade da Lua Negra por sua ajuda.
Preste atenção aos seus sonhos deste dia até a Lua Cheia, anotando todas as impressões e símbolos que aparecerem. As divindades da Lua Negra operam com mudanças drásticas, pois para abrir espaço para o novo, deve-se destruir o velho.
Acima de tudo, você deve estar preparado para aceitar e seguir as mudanças que ocorrerão em sua vida. As mudanças são semrpe difíceis, mas à medida que for realizando esse tipo de ritual você aprenderá a ter um senso de ordem mais fortalecido.

-Ah, que xoxo....
Enfim, foi isso aí, criançada.... Bom proveito, agora vocês sabem algo mais do que uma hora atrás [acho que leva-se isso tudo pra ler esse texto.... Gigantesco!!!! Por Deus!! Só copiando e colando aqui pra ter um post grande mesmo....]
Por hora, eu acho que é só!
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Bem, 2009...
Começou e eu fui ficando em 2008... Mas vamos ao novo ano da era Cristã [já que é o único calendário que muda da noite de 31 de Dezembro para 1 de Janeiro mesmo]
Bom, coisas aconteceram desde que esse ano começou, e eu simplesmente não postava aqui. Acho que cheguei a um limite em que: a) ou eu postava logo tudo ou b) eu abandonava este blog de vez...
Acho que dá pra saber fácil que eu escolhi a c) espero mais uma semana e falo besteiras ^^
Então, 2009... o que falar dele?? [já repararam que 97,523% das pessoas que escrevem algum testimonial no orkut começam assim? Acho bem estúpido sem originalidade, enfim, vou continuar] Esse ano começou com notícias boas e esperadas, notícias ótimas e inesperadas [talvez por isso são ótimas] e notícias cinzentas e nem queridas, mas sempre imagináveis...
Uma notícia boa e esperada: um jogo começou... [quem sabe o que é, sabe o que é]
Uma notícia ótima e inesperada: vou tirar minha carteira de moto, e minha moto também [yeah, beibe!!!!]
Uma notícia cinzenta: não vou pra São Paulo hoje [ou melhor, não fui xD] Sim, essa notícia era razoavelmente esperada, mas eu adoraria ser surpreendido... C'est la vie...
Quanto ao que tem rolado... Bem, saí com pessoas, conheci pessoas [é sempre bom renovar, eu acho] e tenho atualizado meus conhecimentos. Quanto a isso, foi ótimo ter ficado acordado até agora [notem que eu grifei o 'até', por que de alguns minutos no passado pra cá ficou uma grande droga] Isso se deve ao fato de eu estar vendo um filme MUITO bom, chamado "Deixe ela entrar" ["Let the right one in"]. Pesquisem, não vou fazer o trabalho por vocês... garanto que é diversão garantida, ou danem-se aos pedaços dentro das barbas de Cthulu. O fato de tudo ter ficado ruim agora foi que meu irmão "inventou" de vir dormir na sala, e não posso ver o filme por não ter fones de ouvido, e mesmo se tivesse, o barulho da TV atrapalha.
"Mas meu caro Mushi", você pode estar olhando para a tela e falando sozinh@ agora, "eu não entrei no seu blog para perder cinco minutos lendo choro". Então, minha [meu] cara [desgraçado] leitora [paga pau... OPA!!! brincadeira ;) sabe que eu gosto de você, né?], faça o seguinte, pule as últimas três linhas do parágrafo anterior e este parágrafo e vá para o próximo ;)
HAaaaa, zuera... pode pular esse parágrafo também!
Bom, agora sim, voltando a algum texto que preste... O filme é legal, o ano começou, vou ganhar minha moto... é já falei disso... Ah, sim!! Shows! Vão ter shows BONS esse ano, tanto aqui como em Goiânia [pô... quintal daqui... já tô lá] Iron Maiden, Motorhead, AC/DC e Black Sabbath [com o Dio!!!!] Eu tenho que ter minha moto logo... Mulheres de calça de couro *baba*
"Meu caro Mushi...", você volta a falar sozinha diante do PC [sim, acredito que só as mulheres vão falar agora], "não quero ver você falando sobre mulheres de calça de couro..."
Então, pequena dama que está reclamando do meu post sem nexo nesta madrugada de quinta para sexta sem falar algo que realmente tenha um fundo poético/crítico que alguma vez eu possa ter escrito antes, eu te respondo: "Isso é porque você AINDA não vestiu uma calça de couro na minha frente.... Garanto que você iria ouvir os elogios mais galanteadores e divertidos de toda a sua vida, que não passará dos 78 anos de idade!!!"
Certo... baixei o nível e eu mesmo já devo estar ficando entediado desse post, caso eu o releia... então, vou ficando por aqui... Um bom ano a todos e todas, e em breve espero voltar a postar ;)
Por hora, eu acho, é só!

São duas crianças no filme... adivinhe quem é vampire? :P
Bom, coisas aconteceram desde que esse ano começou, e eu simplesmente não postava aqui. Acho que cheguei a um limite em que: a) ou eu postava logo tudo ou b) eu abandonava este blog de vez...
Acho que dá pra saber fácil que eu escolhi a c) espero mais uma semana e falo besteiras ^^
Então, 2009... o que falar dele?? [já repararam que 97,523% das pessoas que escrevem algum testimonial no orkut começam assim? Acho bem estúpido sem originalidade, enfim, vou continuar] Esse ano começou com notícias boas e esperadas, notícias ótimas e inesperadas [talvez por isso são ótimas] e notícias cinzentas e nem queridas, mas sempre imagináveis...
Uma notícia boa e esperada: um jogo começou... [quem sabe o que é, sabe o que é]
Uma notícia ótima e inesperada: vou tirar minha carteira de moto, e minha moto também [yeah, beibe!!!!]
Uma notícia cinzenta: não vou pra São Paulo hoje [ou melhor, não fui xD] Sim, essa notícia era razoavelmente esperada, mas eu adoraria ser surpreendido... C'est la vie...
Quanto ao que tem rolado... Bem, saí com pessoas, conheci pessoas [é sempre bom renovar, eu acho] e tenho atualizado meus conhecimentos. Quanto a isso, foi ótimo ter ficado acordado até agora [notem que eu grifei o 'até', por que de alguns minutos no passado pra cá ficou uma grande droga] Isso se deve ao fato de eu estar vendo um filme MUITO bom, chamado "Deixe ela entrar" ["Let the right one in"]. Pesquisem, não vou fazer o trabalho por vocês... garanto que é diversão garantida, ou danem-se aos pedaços dentro das barbas de Cthulu. O fato de tudo ter ficado ruim agora foi que meu irmão "inventou" de vir dormir na sala, e não posso ver o filme por não ter fones de ouvido, e mesmo se tivesse, o barulho da TV atrapalha.
"Mas meu caro Mushi", você pode estar olhando para a tela e falando sozinh@ agora, "eu não entrei no seu blog para perder cinco minutos lendo choro". Então, minha [meu] cara [desgraçado] leitora [paga pau... OPA!!! brincadeira ;) sabe que eu gosto de você, né?], faça o seguinte, pule as últimas três linhas do parágrafo anterior e este parágrafo e vá para o próximo ;)
HAaaaa, zuera... pode pular esse parágrafo também!
Bom, agora sim, voltando a algum texto que preste... O filme é legal, o ano começou, vou ganhar minha moto... é já falei disso... Ah, sim!! Shows! Vão ter shows BONS esse ano, tanto aqui como em Goiânia [pô... quintal daqui... já tô lá] Iron Maiden, Motorhead, AC/DC e Black Sabbath [com o Dio!!!!] Eu tenho que ter minha moto logo... Mulheres de calça de couro *baba*
"Meu caro Mushi...", você volta a falar sozinha diante do PC [sim, acredito que só as mulheres vão falar agora], "não quero ver você falando sobre mulheres de calça de couro..."
Então, pequena dama que está reclamando do meu post sem nexo nesta madrugada de quinta para sexta sem falar algo que realmente tenha um fundo poético/crítico que alguma vez eu possa ter escrito antes, eu te respondo: "Isso é porque você AINDA não vestiu uma calça de couro na minha frente.... Garanto que você iria ouvir os elogios mais galanteadores e divertidos de toda a sua vida, que não passará dos 78 anos de idade!!!"
Certo... baixei o nível e eu mesmo já devo estar ficando entediado desse post, caso eu o releia... então, vou ficando por aqui... Um bom ano a todos e todas, e em breve espero voltar a postar ;)
Por hora, eu acho, é só!
São duas crianças no filme... adivinhe quem é vampire? :P
domingo, 28 de dezembro de 2008
Bem, o fim do ano...
Chegou!
como sempre chega, e sempre se vai... Chegou!
Você acorda, come o resto do panetone, depois sai com os amigos, logo tem aulas ou trabalho, ou ambos... Conversas, rotinas, problemas, soluções, festas, choros...
Tédio.
Mas isso tudo dura duas semanas... Então vêm as festas e as bundas na tv, confetes e 40 dias rasos e quentes, chuvosos...
Chocolate, feriados! Depois a monotonia volta a reinar... mas quando menos espera, todos vão à praia, ou às termas mais próximas. Então o calor toma conta mais uma vez, e a chatice aumenta incomensuravelmente... "É possível?", você se pergunta, toda vez. É... sempre é possível...
Mas as pequenas alegrias servem para te tirar da areia movediça da rotina, o que já é algo para te animar, é claro! [
Então, sem avisar, eis que ele está aí de novo... Pessoas mais risonhas, mais luzes nas noites, mais enfeites e mais monstros de bocas e presas arreganhadas querendo te devorar... Nas casas, música e cheiros inebriantes das mais diversas receitas...
É ensurdecedora, é cegante, é atroz essa época do ano... Chegou, já vai... mas voltará!
-----------------------------------------------------
Sim, eu não sou fã do fim do ano... e tenho meus motivos!
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Bem, o tédio...
De acordo com a Wikipedia
O tédio é um sentimento humano, um estado de falta de estímulo, ou do presenciamento de uma ação ou estado repetitivo - por exemplo, falta de coisas interessantes para fazer, ouvir, sentir etc. As pessoas afetadas por tédio em caráter temporário consideram este estado muitas vezes como perdido, perda de tempo, mas geralmente, não mais do que isto. Alternativamente, alguns acham que ter tempo de sobra também causa tédio. Para as pessoas entediadas, o tempo parece passar mais lentamente do que quando elas estão entretidas. Tédio também pode ser um sintoma de depressão.
O tédio pode levar a atitudes impulsivas e às vezes mesmo excessivas, que não servem para nada e podem causar danos. Por exemplo, estudos mostram que acionistas da Bolsa de Valores podem vender ou comprar ações sem nenhuma razão objetiva para tal, simplesmente porque eles sentem-se entediados por não terem nada para fazer, onde o tédio é desencadeado por uma situação de saída de uma atividade rotineira de fazer contas, verificar investimentos, etc.
Sintomas do tédio
O tédio ocorre em diversas situações. O sentimento que envolve o tédio é aquele no qual sente-se um vazio, ou então simplesmente a falta de vontade de realizar atividades rotineiras, pois o comportamento humano funciona como uma espécie de equilíbrio, onde em demasia de atividades repetitivas, a pessoa sente-se frustrada, infeliz, incapaz, inerte ou insatisfeita, pois sente que algo esta lhe faltando.
O sentimento de tédio pode ocorrer diversas vezes em um mesmo dia, tendo estas características e podendo levar a pessoa a realizar ações impulsivas, se não tendo auto-controle, ou simplesmente definhar até que faça algo a respeito da situação ou que encontre algo ou alguém novo para interagir no espectro do seu "universo".
Comportamentos comuns
* O tédio pode levar à realização de atividades impulsivas, ou, inclusive dentro do comportamento humano, que envolve uma série de questões de personalidade, disposição, humor, ações que causem mau ao próximo ou a um objeto inanimado, devido ao estado de frustração.
* O tédio caracteriza-se por uma sensação de tristeza, vazio, solidão e/ou falta de interatividade quando o espectro de ações que um indivíduo realiza é muito limitada dentro de sua rotina.
* O tédio pode surgir devido a uma sensação de insatisfação, ou pela incapacidade da pessoa de poder escolher e optar sobre aquilo que julga ser o certo em determinado momento, no qual se acumulado por muito tempo a ânsia de querer realizar algo diferente ou que julgue necessário, gera atitudes imaturas, ou definhamento do indivíduo.
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De acordo com um site [http://www.dicionarioinformal.com.br/definicao.php?palavra=t%E9dio&id=2632]
1. Tédio
Enviado por reinaldo camargo (SP) em 02-01-2008.
Segundo a observação do filósofo William James,
“o tédio resulta de se estar atento à própria passagem
do tempo”.
É um estado de desinteresse ou de falta de energia, como reação a estímulos percebidos como monótonos, repetitivos ou tediosos. Ocorre pela falta de coisas interressdantes para se olhar, ouvir, perceber etc., ou para fazer (física o intelectualmente), quando não se deseja estar sem fazer nada. E o contrario, portanto da diversão ou o entretenimento. Pode causar bocejos.
Com base nessa observação, David Maister
formulou os princípios sobre o tempo de espera, resumidos
abaixo:
1. O tempo desocupado parece maior do que o tempo
ocupado.
2. A espera no pré-processo parece mais longa do que
a espera no processo propriamente dito.
3. A ansiedade faz a espera mais longa.
4. A espera incerta é mais longa do que a espera previsível,
finita.
5. A espera inexplicada é mais longa do que espera
explicada.
6. A espera injusta é mais longa do que espera eqüitativa.
7. Quanto mais valioso o serviço, mais tempo o cidadão
admite esperar.
8. A espera solitária parece mais longa do que a espera
em grupo.
9. A espera incômoda é mais longa do que a espera
confortável.
10. A espera parece mais longa para usuários recentes
ou ocasionais do que para os freqüentes.
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De acordo com algum desenhista...
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De acordo com um idiota que escreve neste blog...
...
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O tédio é uma bosta.
Bem, mais uma poética
Escurece a vista do poeta, e logo deus ele contempla
Ele o vê e diz:
Eu, que achava que a vida era realmente divina,
Agora noto quão humana eu a tinha, e quanto joguei fora por causa de ti.
Deus, quando percebe mais um poeta no fim,
Logo se inquieta, enfim, a murmurar entre as barbas:
E eu, que pensava que a humanidade se jogava no inferno por vontade própria, logo terei a presença indesejada de mais um poeta,
Um cantor, um homem que agiu e atuou,
Fingiu que amou,
E me encontrou mais fácil que os meus...
E o menino desavisado,
Que caminhava no meio do campo onde o poeta e deus se encontram,
Olha pra cima e vê uma luz que desponta... deus pára e acompanha
A mão guia do menino. O poeta senta e canta feliz e sorrindo:
O que olhas eu ja vi, o que buscas eu ja sei,
O que pensas eu pensei, o que crias eu criei...
Porque tudo isso vivi, nem preciso lembrar, o pensamento que tenho
Eu só devo cantar
e Deus assustado, olha pra baixo e vê um poeta sentado, um menino brincando,
Flores ao vento e toda a sabedoria dançando.
Deus nao entende, e entao pergunta,
Como quem é onisciente:
Como podes tu saber tudo aquilo que eu sei?
Se és tu mesmo algo bem pequeno que criei.
Tu não sabes nem quem sou, muito menos algo que ainda não passou...
E o poeta, com a simplicidade que só tem quem já tudo pode ver, responde a deus:
só sei.
-----------------------------------------
Deus, pra mim, já foi algo muito importante...
Hoje ele é apenas deus.

[dá vontade...]
Ele o vê e diz:
Eu, que achava que a vida era realmente divina,
Agora noto quão humana eu a tinha, e quanto joguei fora por causa de ti.
Deus, quando percebe mais um poeta no fim,
Logo se inquieta, enfim, a murmurar entre as barbas:
E eu, que pensava que a humanidade se jogava no inferno por vontade própria, logo terei a presença indesejada de mais um poeta,
Um cantor, um homem que agiu e atuou,
Fingiu que amou,
E me encontrou mais fácil que os meus...
E o menino desavisado,
Que caminhava no meio do campo onde o poeta e deus se encontram,
Olha pra cima e vê uma luz que desponta... deus pára e acompanha
A mão guia do menino. O poeta senta e canta feliz e sorrindo:
O que olhas eu ja vi, o que buscas eu ja sei,
O que pensas eu pensei, o que crias eu criei...
Porque tudo isso vivi, nem preciso lembrar, o pensamento que tenho
Eu só devo cantar
e Deus assustado, olha pra baixo e vê um poeta sentado, um menino brincando,
Flores ao vento e toda a sabedoria dançando.
Deus nao entende, e entao pergunta,
Como quem é onisciente:
Como podes tu saber tudo aquilo que eu sei?
Se és tu mesmo algo bem pequeno que criei.
Tu não sabes nem quem sou, muito menos algo que ainda não passou...
E o poeta, com a simplicidade que só tem quem já tudo pode ver, responde a deus:
só sei.
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Deus, pra mim, já foi algo muito importante...
Hoje ele é apenas deus.

[dá vontade...]
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